O único show de Eric Clapton na Inglaterra este ano aconteceu semana passada, e na noite anterior havia abandonado uma apresentação em Glasgow no meio de “Cocaine”, devido a problemas técnicos, é verdade, mas sem sequer explicar para o público o porquê da saída abrupta do palco.
Clapton acabou pedindo desculpas, mas a afirmação de que “a estrada se tornou insuportável” em uma entrevista recente indica que o problema vai além.
Depois de declarar que perdeu muito da paixão por excursionar ao perceber que a maioria dos países se tornou “uma versão diferente da América”, Clapton disse que o processo de locomoção é “inacessível” e “hostil”, e que gostaria de fazer muitas coisas, mas também está pensando na aposentadoria - conforme já havia dito no ano passado, quando afirmou que abandonaria as turnês ao completar 70 anos.
Ainda falta quase um ano para o fim desse prazo, mas o plano parece não ter mudado:
“O que eu me permitirei fazer, dentro do razoável, é continuar a gravar no estúdio. Não quero que percam o interesse ao ponto em que esteja me envergonhando”.
Uma reunião do Cream também está fora de cogitação. O guitarrista não fala com os ex-companheiros de banda desde os shows no Madison Square Garden, em 2005, dos quais disse ter saído “convencido de que fomos tão longe quanto podíamos sem que alguém saísse morto”, completando que “a essa altura da vida não quero sangue nas minhas mãos! Não quero fazer parte de uma confronto trágico”.
Ao ser perguntado se pretendia parar de tocar de vez em algum momento, Clapton afirmou que “talvez. Pode ser que eu não consiga, se doer muito. Eu tenho doenças estranhas”.
Depois de declarar que perdeu muito da paixão por excursionar ao perceber que a maioria dos países se tornou “uma versão diferente da América”, Clapton disse que o processo de locomoção é “inacessível” e “hostil”, e que gostaria de fazer muitas coisas, mas também está pensando na aposentadoria - conforme já havia dito no ano passado, quando afirmou que abandonaria as turnês ao completar 70 anos.
Ainda falta quase um ano para o fim desse prazo, mas o plano parece não ter mudado:
“O que eu me permitirei fazer, dentro do razoável, é continuar a gravar no estúdio. Não quero que percam o interesse ao ponto em que esteja me envergonhando”.
Uma reunião do Cream também está fora de cogitação. O guitarrista não fala com os ex-companheiros de banda desde os shows no Madison Square Garden, em 2005, dos quais disse ter saído “convencido de que fomos tão longe quanto podíamos sem que alguém saísse morto”, completando que “a essa altura da vida não quero sangue nas minhas mãos! Não quero fazer parte de uma confronto trágico”.
Ao ser perguntado se pretendia parar de tocar de vez em algum momento, Clapton afirmou que “talvez. Pode ser que eu não consiga, se doer muito. Eu tenho doenças estranhas”.
13:59
Maldita Radio Rock

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